sábado, 4 de setembro de 2010
Sobre os saltos e as quedas
Hoje, embaralho-me entre sons e movimentos desta cidade e tento encontrar meu lugardentro desta construção. Construo junto. Dilato minhas opiniões e pensamentos. Guardo. Retiro-me. Saio de cena. Às vezes observo. Outras, me fecho. Mas volto. E aí sem nenhuma explicação maior que a própria vida e suaurgência, subo no lugar mais alto e me jogo lá de cima. Meu pensamento recorreàs memórias e é isso que me mantém ali, de braços abertos sobre uma base móvel. Não há nada para me agarrar. Fico ali e me preparo entre alguns segundos parame jogar. Não fosse o abraço de quem hoje está perto, o chão seria o meuprimeiro contato. Ao contrário disso, CAIO macio, suave. Olhamos para tudo comolhos de risco. E é dentro desse limiar que construímos a nossa história.
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Um comentário:
Bom cair macio, né? Aiai... vc amaciou uma queda minha outro dia, lembra? Os olhares cúmplices são tudo! Risos... cair e subir... Um beijo Mari querida!
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